Lee Konitz vai ao SeixalJazz

A edição 2017 do SeixalJazz vai realizar-se entre os dias 19 a 28 de outubro. O festival irá apresentar uma lenda histórica, o veteraníssimo Lee Konitz, jovens talentos nacionais e nomes fortes internacionais. Aqui fica o programa completo: Wolfgang Muthspiel Quintet (dia 19), Slow Is Possible (20), Michaël Attias Quartet (21), João Barradas Quinteto (26), Dominique Pifarély Quartet (27) e Lee Konitz Quartet (28). Todos os concertos terão lugar no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal e os bilhetes estarão à venda no início de setembro.

Culturgest revela programa até final do ano

Luís Barrigas

A Culturgest acaba de apresentar a programação até ao final de 2017. Como sempre, o programa inclui muito jazz e improvisação, especialmente com os ciclos “Jazz +351” (dedicado ao jazz nacional) e “Isto é Jazz?” (dedicado a projectos situados nas margens do jazz e da improvisação), ambos programados por Pedro Costa. Do programa revelado destacam-se os seguintes espectáculos: Noberto Lobo (grande auditório, 16 Setembro); Luís Barrigas (“Jazz +351”, 22 Setembro); Kaja Draksler Octet (“Isto é Jazz?”, 29 Setembro); Oker (“Isto é Jazz?”, 3 Outubro); Beatriz Pessoa (“Jazz +351”, 17 Novembro); Seckou Keita (grande auditório, 30 Novembro); e Akosh /  Benjamin Duboc (“Isto é Jazz?”, 2 Dezembro). Todos os concertos começam às 21h30.

Porta-Jazz ao relento

The Nada [Eurico Costa, Simon Jermyn, João Guimarães e José Marrucho]

Durante o mês de Agosto a Associação Porta-Jazz promove o ciclo “Porta-Jazz ao relento”, apresentando concertos sempre aos sábados, às 22h. Os concertos têm lugar nos Jardins do Palácio de Cristal, no Porto, e levam a palco alguns dos projectos interessantes do novo jazz portuense: João Mortágua (dia 5), Mariana Vergueiro (dia 12), João Paulo Rosado (dia 19) e The Nada (dia 26). Todos os concertos têm entrada livre.

Entrevista: Pedro Lopes


Fotografia: Nuno Martins

Nada em Pedro Lopes é convencional: utiliza um instrumento atípico na música improvisada, o gira-discos, e fá-lo de forma pouco habitual, como percussão. Com os projectos OTO, Whit, Eitr e Lopness vem trabalhando alguma da música mais original e estranha que se faz neste país. Nos anos mais recentes tem actuado sobretudo a solo, veículo perfeito para a expressão da sua técnica criativa, em concertos pela Europa, no Japão e nos Estados Unidos. Espectador do Jazz em Agosto desde há muito, vai a 5 de Agosto tocar pela primeira vez no festival com Eitr, o duo que mantém com o saxofonista Pedro Sousa. Momento chave para este filho de Cascais radicado em Berlim fazer uma retrospectiva do seu percurso.

Entrevista completa no site Jazz.pt:
http://jazz.pt/entrevista/2017/07/26/o-som-do-demonio/

Travassos lança livro

O designer, ilustrador e músico Travassos vai lançar o livro “Life is a simple mess”. Travassos é o designer responsável pela maioria das capas das editoras Clean Feed e Shhpuma e este livro reúne uma seleção de obras gráficas mais marcantes, imagens que têm definido a imagem do jazz contemporâneo do século XXI.

O livro resulta de uma edição conjunta Shhpuma / Chili com Carne e conta com textos da autoria de Nate Wooley, um dos mais relevantes e criativos trompetistas da actualidade. O livro inclui ainda um CD com uma selecção de temas de bandas nas quais Travassos tem participado nos últimos anos, como Big Bold Back Bone, Pinkdraft ou Pão (com Pedro Sousa e Tiago Sousa).

O livro “Life is a simple mess” será apresentado no Jazz em Agosto, no dia 4 de agosto, depois do concerto Larry Ochs’ The Fictive Five, na zona da venda de discos.

Entrevista: Sara Serpa

Fotografia: Márcia Lessa

Cantora originalíssima, a portuguesa Sara Serpa tem conquistado a atenção internacional. Desde que se estreou com o disco “Praia” (2008, com a participação de Greg Osby), Serpa vem alimentando um percurso sólido e versátil, no qual se destacam as parcerias com o veterano pianista Ran Blake e com o guitarrista André Matos (“All the Dreams” é o disco mais recente da dupla). Residente em Nova Iorque, a cantora está agora a trabalhar num trio inédito, com Ingrid Laubrock (saxofone tenor) e Erik Friedlander (violoncelo) – há promessa de disco para breve. Em Setembro, a convite de John Zorn, apresentará um outro trio, também atípico e promissor: Recognition, com Zeena Parkins e Mark Turner. Aproveitando a sua passagem por Lisboa, e antecipando três noites no histórico Hot Clube (27, 28 e 29 de Julho), estivemos à conversa com Sara Serpa, olhando o passado, o presente e o futuro.

Entrevista completa no site Jazz.pt:
http://jazz.pt/entrevista/2017/07/25/tem-sido-bom/

Ao Vivo: Jazz im Goethe Garten 2017

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Entre os dias 5 e 14 de Julho, o Goethe Institut, em Lisboa, acolheu mais uma edição do Jazz im Goethe Garten. Com programação de Rui Neves, o festival apresenta uma linha de jazz contemporâneo e música improvisada, reunindo para esta edição sete participações oriundas do mesmo número de países europeus: Alemanha, Áustria, Espanha, Itália, Suíça, Turquia e Portugal. Continue reading “Ao Vivo: Jazz im Goethe Garten 2017”

Ao Vivo: Rodrigo Amado Northern Liberties

Rodrigo Amado tem alcançado uma crescente projecção internacional com os seus diversos projectos. O grupo Northern Liberties, resultado de um desafio que lhe foi lançado por Rui Eduardo Paes, tem tudo para reforçar esse caminho. Neste novo projecto, a acompanhar o saxofone tenor de Amado, estão três músicos noruegueses: o trompetista Thomas Johansson (Cortex, Pan Scan Ensemble. All Included, Friends & Neighbors, Paal Nilssen Love’s Large Unit, Kepler), o contrabaixista Jon Rune Strøm (Universal Indians e também All Included, Friends & Neighbors e Large Unit) e o baterista Gard Nilssen (Bushman’s Revenge, Cortex, Zanussi 5, Starlite Motel, Acoustic Unity). Distinta da “working band” Motion Trio (o grupo estável do saxofonista, que está a celebrar 10 anos de actividade contínua) e dos seus outros grupos recentes – como o trio que gravou “The Attic” (com Gonçalo Almeida e Marco Franco), Wire Quartet (com Manuel Mota, Hernâni Faustino e Gabriel Ferrandini) ou o “quarteto americano” (com Joe McPhee, Kent Kessler e Chris Corsano) -, esta formação representa um novo contexto em que Amado se encontra com três músicos de “backgrounds” e linguagens distintas dos dos seus colaboradores habituais. Desta vez, em vez de improvisadores puros, juntou-se a músicos que habitualmente improvisam tendo como base alguma composição. (…)

Texto completo no site Jazz.pt:
https://www.jazz.pt/report/2017/07/21/um-exemplo-seguir/